Um workshop de travessia que te leva do medo de estragar a memória ao primeiro ponto consciente na fotografia que você escolheu. Mesmo que você tenha travado toda vez que tentou antes.
Quero dar o meu primeiro gesto →Você abre a gaveta às vezes. A foto está lá. Você olha por um segundo — aquele sorriso, aquela luz, aquele momento. E fecha de volta.
Não é porque você não quer bordar.
É porque a foto parece grande demais.
Tem aquela voz que aparece:
Pois é.
O problema nunca foi a técnica. Foi o medo de tocar uma memória que importa demais.
Esse medo tem nome. E ele se resolve — com alguém ao lado.
Se pelo menos uma dessas frases fez você parar —
essa página é pra você.
Deixa eu te contar uma história, amore.
Eu tenho uma foto do meu pai. Tirada no Parque Municipal de Belo Horizonte — aquele parque no centro da cidade, que todo mundo de BH conhece. Ele sorri nela do jeito que só ele sorria. Você sabe aquele sorriso que é de uma pessoa só?
Um dia a foto rasgou. E eu fui guardar.
Eu pensei: vou imprimir de novo. Mas não imprimi. A foto rasgada ficou num envelope — esperando. Por meses eu olhei pra ela e pensei: algum dia eu vou bordar isso.
Só que o algum dia não chegava.
Foi numa noite, com um grupo de alunas ao redor, que eu finalmente tirei aquela foto do envelope.
E bordei.
Não estava perfeito. Mas estava meu.
Quando eu terminei, eu percebi: o ponto não tinha apagado a memória. Ele tinha inaugurado um diálogo com ela. A fotografia estava mais viva do que antes.
Essa noite me mostrou algo que eu precisava ensinar: não dá pra dar esse gesto sozinha. Você precisa de alguém ao lado. Bordando junto. Com calma. Com presença.
Foi por isso que eu criei a Essência Bordada.
— Déa
Bordar uma fotografia não é o mesmo que bordar um tecido.
No tecido, você decora.
Na fotografia, você dialoga.
Cada ponto que você dá é uma decisão:
onde colocar, por que colocar aqui, o que você quer dizer ali.
A fotografia não some embaixo do bordado.
Ela continua — e agora tem a sua mão junto a ela.
Um workshop gravado em vídeo — uma experiência de travessia com começo, meio e fim.
Você começa do jeito que está: travada, com medo, com a fotografia na mão.
E no final, você bordou.
A Essência Bordada é o estágio onde o Gesto acontece pela primeira vez.
É o passo que muda a relação entre você e a fotografia.
"O bordado já começou — no seu olhar."
Antes de qualquer agulha, você aprende a ler a fotografia. Qual palavra ela carrega? Qual cor — não na imagem, mas no sentimento? Déa faz esse exercício junto com você, com a foto do pai dela.
"O furo não apaga a memória. Ele inaugura o diálogo com ela."
O reencuadramento que desfaz o medo. Déa fala diretamente sobre o que você está sentindo. Preparação técnica completa da fotografia — e o primeiro furo em papel de treino antes de ir para a foto real.
"Cada ponto é uma decisão. Essa escolha já é autoria."
Três pontos ensinados com narração emocional:
Ponto Reto — "aquelas lembranças que atravessam a alma sem pedir licença."
Nó Francês — "uma lembrança que insiste em ficar."
Ponto Margarida — "flores que brotam no papel."
"Você bordou. O limiar foi cruzado."
Você pega a sua fotografia. Déa pega a do pai. Bordam juntas. Déa fala pouco nesse momento — ela borda. O ritmo é lento porque a memória pede presença.
"O gesto não mudou a foto. Ele mudou a relação que você tem com ela."
Você volta ao exercício do começo. A palavra ainda é a mesma? Déa compartilha o que sentiu bordando a foto do pai. A história que abriu o workshop fecha — completa agora.
Para começar do início, o Manual Prático é o primeiro passo da jornada.
"Você atravessou.
Isso nenhuma pessoa pode tirar de você."
Ontem eu fui dormir com o coração tão cheio… que até agora tô com a alma balançada.
O que a gente viveu ali foi muito mais do que uma aula. Foi memória bordada em tempo real.
Eu não imaginava nunca que bordar uma fotografia fosse mexer tanto com os meus sentimentos.
Eu bordei essa história. Ela é colorida agora.
Não é R$467
Em até 12x no cartão ou à vista com desconto
Quero entrar na Essência Bordada →
Sou Déa, criadora do método Memoriart™.
Criei este método a partir de uma pergunta simples:
o que acontece quando a memória pede forma e a técnica existe para sustentá-la?
Desde então, já acompanhei centenas de mulheres dando o primeiro gesto
na fotografia que mais amavam e mais temiam tocar.
Não ensino bordado como artesanato.
Ensino bordado como gesto consciente, como expressão, como autoria.
A Essência Bordada nasceu de uma vivência real — de uma noite em que eu e
um grupo de alunas bordamos juntas, e nenhuma de nós conseguiu ir dormir
sem o coração cheio.
Essa é a experiência que quero compartilhar com você.
Você pode entrar na Essência Bordada sem medo de errar.
Se em 7 dias você assistir ao workshop, praticar e sentir que não era o que você esperava
— me manda uma mensagem e eu devolvo cada centavo.
Sem burocracia. Sem questionamento.
Não existe momento perfeito para começar.
Existe o momento em que você decide que chegou a hora.
Eu vou estar lá com você. Bordando junto. Com calma. Sem pressa.
Você só precisa entrar.
Te vejo lá, viu? 💛
— Déa